— Ꭺʀᴋᴀɴᴜᴍ;

[FP] Norfolk, Loa

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[FP] Norfolk, Loa

Mensagem por Loa Norfolk em 21/6/2015, 19:00




Loa Norfolk
informações primordiais:


Raça: Halfling
Classe: Bardo
Reino: Onidura
Idade: 22 anos.
Elemento: Vento
Joia elementar: Gargantilha
Habilidade especial: Camuflagem
Photoplayer: Milla Kunis
Player: T-Fraguas
Forma de contato: MP, Twitter


Atributos:



Força (FOR): 10pontos;
Constituição (CON): 15 pontos;
Destreza (DES): 10 pontos;
Intimidação (INT): 5 pontos;
Sabedoria (SAB): 20 pontos;
Carisma (CAR): 10 pontos;
Agilidade (AGI): 10 pontos.


Livro de Magias:


Rajada de Vento e Air Atack.


história:


Dizer que cresci em um clã andarilho e me criei em meio aos saques e grandes correrias me torna uma má pessoa?
Ser má pessoa não é quem tira a vida de outros?
Pense sobre isso enquanto lê o que tenho a dizer.
 Me chamo Loa Norfolk, Loa significa pássaro da primavera e Nortfolk significa que minha família é típica Halfling. Ora nos devotamos ao trabalho corretor, sem burlar lei alguma e nos mantemos de forma digna e até com certo glamour, horas essas que presenciei apenas duas vezes até que meu irmão mais velho se casou. Ora nos devotamos a incentivar pessoas que possuem muito e pegamos para nós, coisa que presenciei mais tempo da minha vida.
Não me considero malvada, minha família apesar do que citei é uma boa família, tive uma boa infância, tive uma boa adolescência e estava tendo um ótimo início de vida adulta.
 Agora pararei de falar do geral e falarei das minhas memórias, namorei Drago no último lugar em que minha família e eu vivemos, Drago era bonito, valente, educado e claro, rico. Não, não namorada qualquer filho de padeiro ou filho de artesãos, minha alçada era sempre a das altas. Confesso que Drago não foi um dos mais ricos que namorei mas para o lugar que era, ele era bom.
Não preciso nem dizer que minha família planejou todo o namoro e inclusive me empurrou para os braços de Drago -literalmente- quando o mesmo me pediu em casamento. Um, dois, três pedidos de casamento até que a notícia que Drago tanto esperava seria respondida. Pelos meus planos iria responder naquela noite com milhões de estrelas os olhando e a lua enorme no céu, sim estava desenvolvendo sentimento pelo meu "noivo"
  Faziam-se dias que não me sentia bem, Drago e eu chegamos a ter um relacionamento a mais quando ficávamos sozinhos, foi preciso para mantê-lo comigo tempo suficiente para minha família agir de forma silenciosa.
-Tem estado melhor?
Ele perguntou baixo ao ver a presença da minha irmã na sala, em resposta neguei com a cabeça e fomos para o jardim que ele possuía. Estava confusa e claro, com medo de sua reação.
-Passamos noites juntos, e antes que pense algo desrespeitoso, me envolvi somente e exclusivamente a você. Sei que não é certo e deveríamos ter esperado pelo casamento, pela união corpo e alma para que isso acontecesse. Drago, carrega um filho teu.
Claro que sempre planejei dizer isso, mas em meus planos eu já estaria casada e não seria bem dessa forma. Teria uma conversa mais profunda sobre a mudança que teria que ser feita.
Drago me olhou sem reação, o que por um lado me deixou mais nervosa, olhei a nossa volta procurando alguém que o conhecesse para me dizer se era normal ele estar parado piscando poucas vezes e sem palavras. O toquei no ombro de forma sutil.
-Drago...?
Perguntei receosa e ele olhou diretamente para minha barriga esticando seu dedo indicador de forma discreta, ergui as sobrancelhas sem entender o que aquilo significava. Oh... Claro, sim era o filho dele e sim estava em mim.
Me aproximei dele deixando que o mesmo passasse as mãos em minha barriga, ele riu de forma animada me envolvendo em um abraço e giramos, ele havia absorvido a informação da melhor forma.
-Contaremos aos seus pais, aos meus pais e logo informaremos a cidade! Teremos um herdeiro! E um casamento!
Ele falava animado me puxando pelo braços com delicadeza, me mantive dura sendo arrastada poucos passos por ele.
-Não não... Não.
Ele então parou de andar me olhando curioso, sorri levemente e claro envergonhada.
-Ninguém deve saber... Não por enquanto. Avisaremos sobre o casamento e iremos realizar o quanto antes. A reputação da família pode ficar em risco caso sabiam que tudo aconteceu antes.
-Sim, claro! Podemos contar apenas para a família.
Ele parecia não me ouvir durante o caminho para a casa, sua felicidade parecia não caber em seu peito até chegarmos onde minha família se reunia para contar histórias.
   Não posso dizer o que rolou no momento que ele contou pois havia desmaiado segundos após ele dizer sobre a união oficial e o presente dos deuses que havíamos ganho. Deixe-me adivinhar, minha mãe e meu pai festejaram mas minutos depois pensaram em uma punição por aquilo, Drago contava para seus pais que pensavam em nomes e se aceitariam ou não a união dos sobrenomes. Eu? Bom, estava em uma cama real, confortável, aquecida e com um pano na testa, fui cuidada por cuidadores bons e não por chás malucos que eram passados de geração em geração. Minha mãe não saia dos pés da cama prestando atenção em cada procedimento que a cuidadora fazia, desce a maneira como examinava a temperatura até a maneira como apalpava minha barriga para sentir a criança.

  Não haviam se passado muitos meses mas o casamento já havia ocorrido e como o combinado minha família ficaria até que o bebê nascesse, isso era o que eu sabia.
Trudy, minha mãe havia pensado além, 9 meses presa em uma terra sem ganhar o que ela julgava merecer a deixou louca, louca ao ponto de forjar um sequestro para que não nascesse o tão esperado herdeiro.


  Existem momentos em nossas vidas que acontecem de forma tão rápida que só nos lembramos de flashs, isso quando queremos muito lembrar de alguma coisa. Estava deixada no chão, frio, duro e sem cuidados alguns, sentia cada músculo do meu corpo doer e meus pulmões queimavam com cada respiração profunda que dava, antes isso era tudo o que queria sentir, até que ao tentar me mover sentia algo ainda maior e até mais insuportável que tudo.
Ao pôr uma das mãos em meu ventre senti algo de errado, ao olhar para minhas pernas via apenas sangue e uma enorme poça e então senti meu coração de quebrar pouco a pouco, meu mundo parecia cair e ao tocar meus dedos na posa de sangue senti uma forte tonteira fazendo-me desmaiar novamente.
É loucura todo o sentimento que criamos, todas as expectativas e dúvidas que cresce a cada momento quando se fica sozinha. Agora era Lady, Lady de um reino que mal conhecia, Lady que morava em um castelo com pessoas boas e sabendo do que iria acontecer em poucos meses, era Lady que apesar de amar o marido não se cansava em pensar na próxima vítima. Sim era Lady que carregava o herdeiro que carregaria o tabu tendo metade do sangue andarilho e sem honra aos olhos dos grande poderosos.
A luz forte e as conversas me faziam despertar aos poucos, de forma leve abri meus olhos logo reclamando das cortinas abertas, a macies do colchão e das roupas me deram noção de onde estava. Drago correu pelo quarto logo pegando minha mão e seguindo para um forte e emocionante abraço.
-Enfim acordou!
Ele falou enquanto meu corpo ainda mole apontavam os pontos que sentia dor, gemi baixo logo o fazendo me deitar na cama. Ele acariciava meu rosto me olhando de forma carinhosa, um bombardeio de perguntas. Estava confusa e tentava me concentrar em apenas uma voz enquanto meus olhos se acostumavam com a luz forte vinda de fora do quarto.
-Meu filho?
Perguntei para Drago e no momento em iria levar minhas mãos a minha barriga e a segurou, uni as sobrancelhas o olhando e li seu olhar. Não, não era possível. Pensei o olhando trincando meu maxilar e apertando meu pulso.
-Não! Me solta!
Falei alto me debatendo na cama ignorando as dores, Drago me segurava com as duas mãos com grande medo de me machucar. As lágrimas rolavam de forma descontrolada pelo meu rosto até que desisti de lutar contra ele, senti meu coração pesar e uma fraqueza ainda maior me atingir. Era amargura o nome do sentimento.
Passei dias apenas deitada na cama, negando qualquer carinho, estava deitada encolhida na cama olhando para a parede e de tanto pensar não possuía pensamentos. Sentia algumas dores, após o que havia sentido qualquer dor era suportável. Tinha Drago sempre ao meu lado mesmo quando não merecia, tinha sua família de forma atenciosa e até os serviçais com bondade tentavam dizer palavras para reconfortar meu coração, palavras que faziam pesar mais e mais.

  Passou-se um ano, minha família estava em algum lugar do mundo que não conhecia, havia me adaptado a vida novamente e cada noite com meu marido sentia uma nova esperança nascer em mim, tinha escutado boato de que nunca conseguiria gerar outro herdeiro novamente e até aconselhei que Drago mantivesse outra esposa.
-Que idéia estúpida! Os deuses nos darão outra chance de ter outro herdeiro. Eles fazem as coisas nos tempos certos.
Sempre ouvia aquilo, sempre tomava chás e seguia conselhos dos antigos para que desse tudo certo a cada nova lua que aparecia no céu. De nada adiantava e não queria minha vida daquele jeito, se os Deuses estivessem me punindo a essa hora estavam rindo de mim.
Poucos dias se passaram até que se completava um ano que havia perdido meu pequeno herdeiro, se aquela data não era um peso em meu coração, após o ataque de outro reino aquela data marcou a morte de meu marido e a minha também.


Drago e mais cavalheiros da corte e da linha e frente perderam suas vidas para salvar o reino que desconhecia, com algumas mulheres reunimos jóias e outros em um cofre onde mantinha a chave comigo. Em um descuido das mulheres fugi, fugi sozinha com ouros e jóias que me pertenciam, fugi matando minha identidade e deixando o pequeno reino sem herdeiros e sem rei e rainha.


Caminhei, e como caminhei com o peso em meu coração, outro em minha mente e outro em mãos, não entendia o por quê vivia aquilo, em minha vida passada era algum assassino em potencial para que agora eu esteja sendo punida.
Deuses, se esse é meu destino então irei cumprir com honrar.
Falava em um sussurro cada vez que pensava em uma lamentação, desejava que a partir de agora eu pudesse usar tudo o que sabia apenas para o bem e em benefício de outras pessoas além de mim.

Caminhei até Arkanum, até o reino de Onidura onde decidi criar raízes, agora tinha raça, classe e honra. Abandonei o sobrenome de Drago como honra a sua vida e com todo o ouro e jóias comprei uma casa, a mobiliando e também criei uma escola onde dava aulas de etiqueta, comportamento e aulas básicas como leituras e até contas. Usaria agora minha vida para mudar a vida de outros.
Não, nunca me esqueci da minha família, nunca os deixei de amar mas agora eu seguia meu novo rumo com um recomeço e decidia que a partir de agora só faria o bem para que recolhesse o bem e viver sem sofrimentos.

thanks skylar!

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Re: [FP] Norfolk, Loa

Mensagem por Vito Vladisk em 23/6/2015, 19:40

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Re: [FP] Norfolk, Loa

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Re: [FP] Norfolk, Loa

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Re: [FP] Norfolk, Loa

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